Em uma economia globalizada onde a competição cresce e a diferença entre a qualidade dos produtos diminui dia-a-dia, os consumidores procuram mais que apenas prazos razoáveis: os valores que produtos e marcas representam adquirem maior importância. A credibilidade social e ambiental de empresas tem influência na decisão de compra dos consumidores. Boa performance econômica, processos produtivos ambientalmente sustentáveis e o respeito a valores éticos são características da empresa com responsabilidade social. A Resource tem consciência e responsabilidade disso, e para ficar ainda mais informada participou do Seminário de Empresas Amigas da Criança, realizado pela Fundação Abrinq dia 21 de agosto no Hotel Sofitel - São Paulo.
Hoje, podemos dizer que a responsabilidade social deixou de ser uma opção para se tornar um componente estratégico na política das empresas. Tal tendência vem se delineando substancialmente nos últimos anos e desafia as grandes empresas a adotar uma postura de benemerência desfocada dos objetivos econômicos e essenciais da organização, evitando que a imagem e os valores das empresas sejam confundidos com simples propaganda, superando antigos paradigmas de lucratividade, para, então, viabilizar uma postura cidadã integrada ao processo de desenvolvimento social do país.
A expansão da filantropia empresarial em busca de uma melhor imagem social, também tem suas vantagens fiscais: 2% sobre o lucro operacional. A adoção deste novo modelo de gerenciamento social leva as empresas, preocupadas com a sua boa imagem, a investirem milhares, algumas milhões de reais em projetos de educação, cultura e ecologia, sendo estes os três setores preferenciais.
Como, então, estabelecer uma linha de atuação para a empresa, considerando todas as dimensões da responsabilidade social, alinhando interesses e superando desafios que impactam na própria cultura organizacional? Implementar e instituir uma política de recursos humanos interligada a um projeto de serviços sociais que esteja voltado tanto para a coletividade quanto para o público interno (empregados), garantindo que a responsabilidade social também aconteça "dentro de casa", ou seja, para fazer o bem ao próximo é preciso antes estar bem consigo mesmo. Neste processo, uma outra tendência da responsabilidade social ganha visibilidade: a de gerenciar pessoas num ambiente socialmente responsável.
Aliás, algumas empresas colocam a qualidade de vida no trabalho e a prevenção de riscos sociais como uma das prioridades da política de recursos humanos. O resultado é um empregado mais motivado, que trabalha com prazer e, com certeza, muito mais saudável.
Estas são as novas tendências da responsabilidade social: o novo modelo de "empreendedorismo social" e o gerenciamento de pessoas num ambiente socialmente responsável. Vale também lembrar que, toda empresa ou organização econômica que agrega valores como cidadania e ética, e que tem consciência de que o lucro, a produtividade e a imagem da empresa só serão realmente conquistadas e principalmente mantidas por empresas genuinamente cidadãs, estas sim, conquistam a respeitabilidade e a admiração de toda a sociedade.
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